C'est pas nous qui sommes à la rueC'est la rue kétanou Nao sou eu que sou da rua É a rua que é nossa Crevons la sourde oreille En avant la musique Chauffe, chauffe, chauffe le soleil Souffle un vent de panique Gagnons les causes perdues Déployons notre jeunesse Sa fougue et son chahut Sa rage et sa tendresse Abracadabra le miracle On va transformer cette salle En grande scène de spectacle Mesdames et messieurs, on joue pour vous ce soir Entrée libre pour tout le monde Chacun aura sa place Là, dans la dernière ronde Sans première ni deuxième classe Les gosses sur les épaules Les filles par la main On s'ra triste, on s'ra drôle Partagez notre chemin Et vive la bohème Et vive les voyages Leurs réponses, leurs problèmes Peut-être leurs dérapages Nous couchons si souvent Avec la belle étoile Son amour est vivant Gonfle notre grande voile Et grave dans notre voix L'empreinte des gouttes de pluie La chaleur et le froid L'enfer, le paradis
domingo, 14 de junho de 2009
porto alegre - não somos nós que somos da rua. a rua é que é nossa
C'est pas nous qui sommes à la rueC'est la rue kétanou Nao sou eu que sou da rua É a rua que é nossa Crevons la sourde oreille En avant la musique Chauffe, chauffe, chauffe le soleil Souffle un vent de panique Gagnons les causes perdues Déployons notre jeunesse Sa fougue et son chahut Sa rage et sa tendresse Abracadabra le miracle On va transformer cette salle En grande scène de spectacle Mesdames et messieurs, on joue pour vous ce soir Entrée libre pour tout le monde Chacun aura sa place Là, dans la dernière ronde Sans première ni deuxième classe Les gosses sur les épaules Les filles par la main On s'ra triste, on s'ra drôle Partagez notre chemin Et vive la bohème Et vive les voyages Leurs réponses, leurs problèmes Peut-être leurs dérapages Nous couchons si souvent Avec la belle étoile Son amour est vivant Gonfle notre grande voile Et grave dans notre voix L'empreinte des gouttes de pluie La chaleur et le froid L'enfer, le paradis
sábado, 13 de junho de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
atlas de jorge luis borges com maría kodama
encontrei esse borges, em BA, livro de fotos, papel especial, só em espanhol, 1ª edição abril de 2008, pela kodama, EDITORA EMECÉ
traduzi o PRÓLOGO, para mostrar o espírito desse atlas, que, por sua vez, traduz o espírito deste blog
"Creio que Stuart Mill foi o primeiro que falou da pluralidade das causas; no que se refere a esse livro, que, certamente, não é um Atlas, posso assinalar duas, inequívocas. A primeira se chama Alberto Girri. Durante o agradável decurso de nossa residência na Terra, María Kodama e eu temos percorrido e saboreado muitas regiões, as quais sugeriram muitas fotografias e muitos textos. Enrique Pezzoni, a segunda causa, as viu; Girri percebeu que poderiam entreter-se em um livro sabiamente caótico. Eis aqui o livro. Não se trata de uma série de textos ilustrados por fotografias ou de uma série de fotografias explicadas por uma epígrafe. Cada título abarca uma unidade, feita de imagens e palavras. Descobrir o desconhecido não é uma especialidade de Simbad, de Erico Rojo ou de Copérnico. Não há um só homem que não seja um descobridor. Começa descobrindo o amrgo, o salgado, o côncavo, o liso, o áspero, as sete cores do arco-íris e as vintetantas letras do alfabeto; passa pelos rostos, os mapas, os animais, os astros; conclui pela dúvida ou pela fé e pela certeza quase total de sua própria ignorância.
María Kodoma e eu temos compartilhado com alegria e com assombro o achado de sons, de idiomas, de crepúsculos, de cidades, de jardins e de pessoas, sempre distintas e únicas.
Estas páginas queriam ser monumentos dessa grande aventura que continua.
J.L.B"
... AQUI TB
A AVENTURA CONTINUA
O DESCOBRIMENTO INIMTERRUPTO
O DESLUMBRAMENTO ETERNO
...
traduzi o PRÓLOGO, para mostrar o espírito desse atlas, que, por sua vez, traduz o espírito deste blog
"Creio que Stuart Mill foi o primeiro que falou da pluralidade das causas; no que se refere a esse livro, que, certamente, não é um Atlas, posso assinalar duas, inequívocas. A primeira se chama Alberto Girri. Durante o agradável decurso de nossa residência na Terra, María Kodama e eu temos percorrido e saboreado muitas regiões, as quais sugeriram muitas fotografias e muitos textos. Enrique Pezzoni, a segunda causa, as viu; Girri percebeu que poderiam entreter-se em um livro sabiamente caótico. Eis aqui o livro. Não se trata de uma série de textos ilustrados por fotografias ou de uma série de fotografias explicadas por uma epígrafe. Cada título abarca uma unidade, feita de imagens e palavras. Descobrir o desconhecido não é uma especialidade de Simbad, de Erico Rojo ou de Copérnico. Não há um só homem que não seja um descobridor. Começa descobrindo o amrgo, o salgado, o côncavo, o liso, o áspero, as sete cores do arco-íris e as vintetantas letras do alfabeto; passa pelos rostos, os mapas, os animais, os astros; conclui pela dúvida ou pela fé e pela certeza quase total de sua própria ignorância.
María Kodoma e eu temos compartilhado com alegria e com assombro o achado de sons, de idiomas, de crepúsculos, de cidades, de jardins e de pessoas, sempre distintas e únicas.
Estas páginas queriam ser monumentos dessa grande aventura que continua.
J.L.B"
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
a chave do tempo - parte 1
data16 de abril de 2009
12:01
assunto panga e arara
enviado por gmail.com
ocultar detalhes 16 abr (11 dias atrás) Responder
hermanitos
ocultar detalhes 16 abr (11 dias atrás) Responder
hermanitos
muito engraçado perceber as dimensões do tempo(o córtazar sempre fala nisso, mas só ontem consegui enxergar - sem nenhum aditivo - as camadas de tempo que convivem ao redor da gente)em relação ao mundo, uma camada na qual o tempo acelerou: visualizo um tipo de autoestrada. muitas coisas passando passando passando. às vezes, paramos nosso carro e deixamos alguns passageiros pra trás. outras vezes paramos para deixar caroneiros entrarem e se tornarem nossos parceiros de viagens. mas sempre voltamos a dirigir ra´pido. vendo um monte de coisas. conhecendo um monte de coisas.em relação a quem ammaos (e nessa camada, vocês), o tempo permaneceu em espera: a imagem aqui roubo do monteiro lobato e misturo com minha autoestrada. no início dessa autoestrada, a casa das chaves. lá dentro a chave do tempo desligada. a porta da casa das chaves trancada. tudo lá, como era antes, apesar de corrermos por uma estrada cheia de novidades. a casinha lá parada, com sua chave do tempo desligada. a chave esperando nosso reencontro para levantar-se em direção ao LIGADO.
(e alguém gritaria nessa hora, com voz de apresentador de tv: teempoooo)
espero vcs na porta da casinha, tragam, como eu levarei, seus respectivos engradadinhos de original
muitas saudades
leilouca
sexta-feira, 17 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
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